sexta-feira, 15 de maio de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Bicicletas de Uso Partilhado Começam a Chegar
Vilamoura vai ter disponíveis 20 estações de onde se pode retirar uma bicicleta e seguir caminho. O sistema estará implementado em Julho próximo e promete revolucionar o trânsito de Verão. É que, por uma quantia paga anualmente (e que poderá oscilar entre os 25 e os 30 euros), basta ir a uma estação levantar a bicicleta e seguir viagem até à próxima, sendo os percursos máximos de 30 minutos.
Este é o sistema que a Inframoura, EM, está a implementar e que permitirá transportes disponíveis 24 horas por dia. A ligação a um sistema informático e um chip permitem saber onde estão as bicicletas, que possuem um sistema anti-vandalismo já que cada unidade tem várias peças únicas e uma manutenção permanente. Por isso, qualquer furo é reparado na hora, enquanto o utilizador segue viagem numa outra bicicleta. Esta é uma forma de Vilamoura, uma cidade plana, pôr as pessoas a pedalarem, beneficiando directamente dos 300 dias de sol por ano.
Sempre que uma estação tenha menos de cinco unidades disponíveis, uma carrinha de transportes encarrega-se de repor as bicicletas necessárias à circulação.
Naturalmente, uma iniciativa desta natureza tem custos e o facto de existir assistência permanente implica um dispêndio muito elevado. Daí que a Inframoura vá lançar um concurso público entre empresas de publicidade para que, à semelhança do que sucede com os outdoors, as coberturas de paragens de autocarro, ou os quiosques ou urinóis das grandes cidades, se efectue uma permuta que permita desenvolver este sistema.
Fonte
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
Eléctrica e dobrável
Um estudante vietnamita criou uma bicicleta eléctrica que pode ser dobrada e, segundo ele, carregada numa mochila. A Capella tem uma capacidade de locomoção a 30 quilómetros por hora, com uma bateria com capacidade total de duas horas.
Truong Minh Nhat, que estuda na Universidade de Arquitectura Ho Chi Minh City, afirmou que grande parte dos componentes da bicicleta está disponível no mercado. O objectivo é reduzir o fluxo de trânsito nas grandes cidades e cativar, sobretudo, os adolescentes.
«O design moderno e elegante foi projectado a pensar nos jovens», afirma o criador, que dedicou, durante a sua graduação, «bastante tempo e esforço» na invenção do protótipo. «A inspiração do desenho foi na estrela Capella, da mitologia grega», continuou, justificando a escolha do nome para o modelo.
A montagem da bicicleta foi feita dois dias antes da entrega do projecto à universidade e, agora, o objectivo de Nhat é a redução do peso da Capella para 10 quilos. «O meu registo de patente foi aceite e agora quero melhorar as funções do invento e, em seguida, procurar parceiros comerciais para lançar o produto no mercado», afirmou o estudante vietnamita.
Fonte: Diáriodigital.pt
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
sábado, 20 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
sábado, 13 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
sábado, 22 de novembro de 2008
Ignorâncias Partilhadas
Ando nauseado por causa da notícia do chumbo da rede de bicicletas partilhadas, não pelos efeitos directos que me traria como utilizador, visto que me desloco de Almada para Lisboa continuaria assim a utilizar a minha própria bicicleta, mas porque este projecto transportaria consigo a criação de meios e possível mudança na legislação do código da estrada, para além da melhoria na eficiência da mobilidade na capital.
Neste mesmo ano mesmo tive a oportunidade de visitar a cidade de Barcelona e presenciar a eficácia do referido sistema que se pretende(ia) implementar por cá e que já faz parte do quotidiano de grandes cidades mundiais , foi até de certa forma também essa experiência que me despertou para uma possível alteração nos meus hábitos, estou assim certo que o sistema de bicicletas partilhadas teria o mesmo efeito sobe muita gente caso fosse implementado.
Mas o que é realmente medíocre são argumentos como: "Passam-se dias sem ver alguém a andar de bicicleta", quando é evidente o aumento de utilizadores de bicicleta na cidade, certamente que o deputado municipal Victor Gonçalves quererá construi uma casa a começar pelo telhado, ou então nunca edificará meios de acessibilidade na via publica e em edifícios para deficientes porque passa dias que não vê nenhum.
Tacanho! Não porque discorda do projecto, mas porque o impugna ausente de sensatez, análise, competência e seriedade.
Aguardemos pelas coerências no dia da “Cidade sem carros” quando o executivo do seu partido estiver na presidência da Câmara de Lisboa.
No que me diz respeito, continuarei a circular com a mesma assiduidade sem abdicar do meu espaço na via e com muito, muito mais vontade!
domingo, 9 de novembro de 2008
Autódromo Activo
Algumas fotos do evento:




terça-feira, 28 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Mudança de Tempo / Tempo de Mudança
O tempo está a mudar em conformidade com a estação, equaciono que terei de usar mais roupa, consequentemente surge maior incómodo de movimentos e possível transpiração. No entanto basta olhar para os países com climas mais frios e perceber que isso não é uma contrariedade. Estive a pensar pelo facto de os mesmos países terem a bicicleta instituída na circulação urbana, contemplados com ciclovia, sinalização e código da estrada adequado, isso retira muita pressão na circulação, ou seja, pelo facto dos ciclistas se encontrarem mais seguros e protegidos poderão gerir melhor a cadência do seu andamento, sem lidarem com o sentimento de concorrência na ocupação do espaço para com os veículos automóveis, portanto uma melhor gestão da velocidade implica menor transpiração.
No entanto enquanto não estamos munidos dessas condições, e até porque parte do meu trajecto implica algum esforço ascendente, decidi por colocar uma grelha e uns alforges para transportar alguma roupa para trocar na chegada ao trabalho. Já não me recordo aonde li mas que o facto de a mesma ir enrolada em vez de dobrada, chega certamente em melhores condições. Pensei ainda que o facto de ficar mais pesada com esta alteração afectaria o desempenho, mas na verdade não é significativo, posso até dizer que ficou com melhor estabilidade nas descidas mais insinuantes.
Continuo a achar que a Rua do Arsenal é vergonhosamente má para se transitar, no entanto não tenho alternativa ás brechas daquela calçada que me faz sentir um martelo pneumático.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
"A gênese das bicicletas" Gabriel García Marquez

Uma vez que o homem descobriu o profundo senso locomotor de seu equilíbrio, tinha ganhado já a primeira batalha contra o tempo e o espaço e havia descoberto um novo sistema para driblar a morte. Mas não se contentou com isso. E o grave começou precisamente quando essa inconformidade sofreu sua crise e o que a princípio foi uma simples diversão converteu-se em válvula de escape para sua vaidade. Foi então quando Adão atravessou o paraíso sentado sobre uma idéia, movendo os pés para fazer girar um pedal metafísico, e Eva não pôde compreender racionalmente o princípio físico de que se serviu seu companheiro para se deslocar no espaço sem tocar o chão. Várias vezes esforçou-se Adão para conseguir que Eva desse um salto no ar, já com uma noção precisa de seu centro de gravidade, e passear pela grama dos caminhos do paraíso terrestre, sentada a meio metro de altura. O trágico episódio da maçã pôs fim à experiência, mas a idéia sobreviveu e foi sendo transmitida de geração a geração, até o instante em que alguma mulher conseguiu convencer seu marido de que toda idéia prática que aceitasse o clima do cérebro humano era suscetível de ser montada sobre um parafuso. E o marido obedeceu. E subiu ao ar e marcou no espaço um ponto em torno do qual poderiam girar seus pés sem grande esforço. E ali colocou o primeiro parafuso.
Desde logo o que se seguiu foi uma conseqüência lógica, visto que já existia um ponto de referência para continuar dando à idéia primitiva uma qualidade ponderável. No entanto, quando aquela laboriosa atividade foi concluída, a mulher ainda não era capaz de desfrutar as vantagens do novo invento, pela razão elementar de que, não tendo concebido a sua noção, para ela o instrumento era inútil. A engrenagem metálica, as rodas e o selim continuariam sendo tão inoperantes como o eram antes de existir enquanto a mulher não compreendesse que aquilo não era realmente um veículo, mas simplesmente uma idéia projetada no espaço para facilitar sua compreensão. E como o tempo passou e com o tempo a paciência do homem para conseguir que sua mulher aprendesse a aproveitar as inumeráveis vantagens do centro de gravidade, o diligente inventor tomou uma nova iniciativa. Se a mulher não conseguia sentar-se sobre seu próprio equilíbrio, só restava um recurso; sentar simultaneamente a mulher e o equilíbrio. E assim nasceu o triciclo.
Mais tarde o novo objeto tornou-se tão elementar que se converteu numa diversão para as crianças. A mulher sentiu-se envergonhada e fez novos esforços para aprender a manobrar a bicicleta. Mas outra vez, e quem sabe para sempre, foram inúteis todos os seus esforços. Ao homem só restava uma esperança; saber se seu equilíbrio era indivisível, pessoal e intransferível. E quando descobriu que não o era, seu problema ficou momentaneamente resolvido, porque havia conseguido que a mulher não se sentasse sobre seu próprio centro de gravidade, mas no centro de gravidade do homem. E estava inventada a bicicleta de dois lugares.
E assim, de descobrimento em descobrimento, a mentalidade humana foi evoluindo, projetando-se até novas formas de vida, até quando os mortais, cansados de pedalar pelo mundo, conseguiram desvincular a bicicleta do movimento. E inventaram a cadeira.”
Gabriel García Marquez, junho de 1950, tirado de Textos Caribenhos, o primeiro livro da sua obra jornalística.
domingo, 5 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
PortalDoTrapalhão
“A construção desta infra-estrutura tem como objectivo disciplinar o tráfego de bicicletas nesta zona e resulta de um protocolo entre a autarquia lisboeta e a Administração do Porto de Lisboa”.
Sim, o tráfego de bicicleta tem que ser disciplinado afim de controlar esse flagelo da mortandade das estradas portuguesas causado pela utilização da bicicleta. Que desatento anda o poder politico com a alteração à “Lei das Armas”, quando são os utilizadores da bicicleta uns indisciplinados.

